Para o empresário que decide pela empresa
Banco, fornecedor, fisco, aluguel, folha — e o caixa nunca mostrou a realidade. A FVN lê caixa, tributos, sociedade e operação na mesma leitura, e devolve a ordem em que você precisa decidir.
Crescimento rápido sem estrutura financeira formal.
Caixa que não acompanha o faturamento.
Sócio operacional que entende do negócio, mas não de finanças.
Regime tributário escolhido há anos e nunca revisto.
PJ e PF misturados.
Caixa, tributos, sociedade e operação são lidos juntos — porque a ordem de prioridade só aparece quando tudo está na mesma leitura.
Entender para onde o dinheiro está indo.
Avaliar se o modelo atual ainda faz sentido.
Identificar como as decisões afetam o resultado.
Definir o que precisa ser resolvido primeiro.
Relato do consultor que conduziu o trabalho.
O empresário me procurou com resultado negativo, caixa apertado e credores ligando. Não comecei pela dívida — comecei separando pessoa física de pessoa jurídica, e o resultado real apareceu: boa parte do que parecia prejuízo era despesa pessoal circulando pela empresa.
Com a leitura certa, a ordem apareceu: primeiro os credores, depois a reorganização fiscal, depois o acerto da informação com o contador e o advogado.
O que ainda não está resolvido: a separação entre a vida da empresa e a vida do sócio ainda não está concluída. Organizar as contas de uma empresa é mais rápido do que organizar as de uma pessoa — a segunda depende de hábito, e hábito muda no tempo de quem tem o hábito. Seguimos trabalhando nisso.
Faturamento não entra nessa conta. Perguntamos no diagnóstico para entender o seu caso — nunca para reprovar por faixa. Quem ainda não sabe o que pagar primeiro é exatamente quem essa conversa serve.
Sem custo. Sem compromisso. Com total discrição.
Sem custo e sem compromisso. Seus dados ficam registrados na base de leads da FVN para conduzir esta conversa e o relacionamento — nos termos da política de privacidade.
Para entender o seu caso
Sem custo. Sem compromisso.
O trabalho começa por uma leitura da empresa, e ela depende de saber o que está pesando e de falar com quem decide. Quando isso mudar, a porta continua aberta.